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INsegurança é a maior preocupação dos trabalhadores embarcados nas Plataformas da Petrobrás.
Com 60 mortes em 05 anos e uma média de 477 acidentes de trabalho por ano, o período de Gabrielli na Petrobrás foi marcado por uma gestão de INsegurança e Precarização, fechando o ano de 2010 com cerca de 290 mil trabalhadores submetidos a contratos de trabalho precarizados, atingindo o grau máximo de precarização.A sua permanência na Petrobrás é defendida por ex-sindicalistas que ocupam cargos no Governo, Assembleía Legislativa do Estado da Bahia, Dom Dirceu e Congresso Nacional, todos ligados aos Sindicatos da Petrobrás e preocupados com as eleições municipais (2012) e estaduais (2014). Veja Mais

Se dependesse da vontade da Presidente Dilma Rousself, Gabrielli já teria entregue o cargo para a funcionária de carreira Graças Foster, más, interesses políticos partidários ainda o mantém na presidência da Petrobrás.Veja Mais

Situação de risco na Plataforma P-40 da Petrobrás se agrava a cada dia.
A P-40 é uma plataforma de produção que foi projetada em Cingapura há 10 anos atrás para uma vazão diária de 150.000 barris de óleo, 3 milhões de m3 de gás e pesando, no mínimo, 41 mil toneladas. Ancorada na Bacia de Campos, próximo ao local do acidente ambiental provocado pela Chevron.
Passado cerca de 10 anos de funcionamento a P-40 passou a ser um problema de grave e eminente risco para sua tripulação e o meio ambiente.
Segundo o Núcleo da AEPETRO há ocorrências registradas de grandes alagamentos com princípios de incêndio nos últimos dias.
Segundo informações colhidas junto aos associados do Núcleo da Associação dos Empregados da Petrobrás do Norte Fluminense, os trabalhadores estão `vivenciando` riscos de explosão com elevado potencial de desastre ambiental, assim como, novas ocorrências de acidentes fatais.
Colegas com vários dias de embarque ficaram impedidos de desembarcar através da aeronave da Leader, prefixo LCR.
Os problemas com embarque e desembarque, já antigos e de conhecimento da administracão da Petrobrás.
No último dia 2 de dezembro de 2011, mais uma vez, uma aeronave que decolou do aeroporto de Macaé em direção à P-40 não pode retornar após ter desembarcado um grupo de colegas da Petrobrás.
Segundo o Núcleo da AEPETRO NF, "um problema na direção da turbina de onde saíram labaredas impediu a saída da aeronave".
Dentro da aeronave existia uma comitiva da Marinha com o objetivo de auditar as instalações da P-40, em especial o vazamento de grandes proporções ocorrido na plataforma.Para desembarcar a equipe de contingência foi necessário utilizar um navio rebocador para P-51, uma viagem em alto mar, arriscada e desagradável.
Acidentes Fatais também motivam preoucupação dos colegas da P-18.
O dia começa cedo nas plataformas instaladas na Bacia de Campos, quatro trabalhadores dormindo em cada cabine, disputando um banheiro e um televisor. instalada no Campo de Marlim, há 11 anos produzindo cem mil barris diários de petróleo e 2,4 milhões de metros cúbicos de gás natural. Lá, os turnos de trabalho começam às 7h da manhã.
Entre as principais demandas dos colegas que trabalham na P-18, podemos identificar situação frágil dos vents dos vasos de desgaseificação do TC, local reincidente na ocorrência de incêndio, a exemplo de dois anos atrás. Não diferente das Refinarias de Petróleo, más em situação de risco muito mais preocupante, válvulas dos instrumentos das linhas de gás para gaslift dos poços operam de forma iregular, o que já provocuou mais um acidente de trabalho na Petrobrás
A SDV-14 vinha apresentando problemas de acionamento (não fecha quando necessário) já há longo tempo e de conhecimento da administração da Petrobrás. Mesmo após parada de produção programada, o que inculsive é raro na empresa, pois em sua maoria as paradas acontecem em condições emergenciais, aumentando o risco de novos acidentes. Esta mesma válvula foi foi responsável por incëncia ocorrido em equipamento de compressão de gás na P-18. O estado de corrosão das instalações é bastante visível e acentuado pela falta de manutenção preventiva, a exemplo da pintura em diversos pontos da P-18
Não existe uma política de Saúde, Segurança e Meio Ambiente definida. Situações simples de serem resolvidas são 'despercebidas' pelo corpo gerencial, como o acumulo de material descartável em grande
volume, em locais de risco como o os separadores de produção e entorno do Vaso de Gás Separado.
Situações de alto risco à vida humana passaram de certa forma a serem vistas pelo corpo gerencial como algo comum, como foi a tentativa de utilização da bola 2 do guindaste para a movimentação da cesta de transbordo.
O retorno para a família é imprevisível, face ao elevado número de acidentes fatais que acontecem nos võos precáricas.Veja Mais 
O Perigo se estende para diversas plataformas da Petrobrás, como por exemplo, a P-33 e PCE1.

Condições precárias da P33. Fonte: OGLOBO
VP-DL
Documentação Necessária:
Procuração (2 vias),
Contrato de Honorários (2 vias),
Ficha Cadastral, FRE (Ficha
Registro de Empregado), Contracheques de ago/2006 em diante
ACT de 2005/2007, ACT de 2007/2009,
ACT de 2009/2011.
RMNR - É o salário básico da categoria.
CRMNR - Complementação da
REMUNERAÇÃO por regime, nível e região, como o próprio
nome diz, faz parte da REMUNERAÇÃO ou salário. Além
de não compor os cálculos da aposentadoria, como pretendia a
empresa, prejudicava os trabalhadores pois suprimia direitos
previstos na CLT e constituição .
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Documentação Necessária:
Procuração (2 vias),
Contrato de Honorários (2 vias),
Ficha Cadastral, FRE (Ficha
Registro de Empregado), Contracheques de 2007 em diante,
ACT de 2007/2009, ACT de 2009/2011.
OBS:Para
quem recebe VP em vez de periculosidade, acrescentar o
ACT de 2000/2001
Aposentados também tem direito a incorporação da CRMNR ao
salário básico.
De acordo com o Geólogo e candidato ao
Conselho da PETROS, Guilherme Vasconcellos, os aposentados
que não abriram mão dos art. 33 e 41 também tem direito de
incorporação da RMNR ao salário .
Veja Mais

Documentação Necessária:
Procuração (2 vias),
Contrato de Honorários (2 vias),
Ficha Cadastral, FRE (Ficha
Registro de Empregado), Contracheques de 2007 em diante,
ACT de 2007/2009, ACT de 2009/2011.
Associados conquistam no TRT a incidência da Periculosidade
sobre o ATS
O adicional de Periculosidade deve
incidir sobre o Salário Básico mais o Adicional por Tempo de
Serviço (ATS). Este foi o entendimento dos desembargadores
do TRT da 5a Região (BA).
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Meio Ambiente -
Aposentadoria Especial
A partir de 29 de Abril de 1995, pela Lei 9.032/95, mudanças
dos critérios de concessão das Aposentadorias Especiais
fizeram com que cerca de 1,5 milhões de trabalhadores
perdessem o direito de se aposentar precocemente, quando
foram instituídas as alíquotas de 6%, 9% ou 12%, a depender
do tipo de exposição
O objetivo era fazer com que as empresas investissem em
políticas de prevenção no meio ambiente do trabalho para
evitar o adoecimento precoce dos trabalhadores. Todavia,
empresas como a Petrobras, buscaram o caminho socialmente
irresponsável, que consiste nos crimes de falsidade
ideológica pela prestação de informações falsas no PPP (art.
297, código penal) e sonegação fiscal contra a Previdência
Social (Lei nº 9.983/00)
Dentro deste cenário a AEPETRO se consolidou na defesa do
Meio Ambiente do Trabalho para garantir o cumprimento da
lei, preservando a saúde dos seus associados. No Estado da
Bahia fomos a primeira entidade a ajuizar Ação Civil Pública
para garantir aos associados que trabalham expostos a riscos
ambientais na Petrobras, mas especificamente os agentes
BENZENO e HIDROCARBONETOS, reconhecidos pela Previdência
Social e Receita Federal do Brasil como qualitativos em
razão na nocividade presumida, o direito a Aposentadoria
Especial. O processo tramita na 9a Vara do TRT da 5a Região
tombado sob o número 0001110-95.2010.5.05.0009 ACP pode ser consultado diretamente no portal do TRT.
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